É de chorar quando a gente sai do Brasil e repara como as nossas cidades são entupidas de grafite e a gente já se acostumou com esses níveis de depredação de monumentos e de poluição visual... O Rio de Janeiro é a cidade do mundo com o segundo maior número de estátuas e afins, só perdendo para Paris. Agora, não precisa ir para Europa para ver como pichadores são devidamente escurraçados... O que me leva a crer que é o Rio que sofre com uma babção de ovo para bandidagem.

Além dos grafiteiros e pichadores (Guilhermão, porque você usou dois sinônimos aqui? Que pleonasmo de analfabeto!), os sprayjets também são instrumentos de trabalho: para malucos-beleza em busca de suas obras-primas e para menininhos leito-com-pêra juvenis que tentam criar bandeiras para suas Olimpíadas e que são incentivadas pelos seus estabelecimento de ensino em completarem seus primeiros passos supervisionados em sua formação como futuros criminosos. Desse universo booooooolado, de valor mesmo só o uso pelos hippies das Belas-Artes. Ainda que com ressalvas, defendo o uso para esses fins para criem suas obras plásticas sob pena de, desocupados, passem a se aventurar por expressões artísticas com seus corpos. E ISSO, COMPANHEIROS, TEMOS QUE EVITAAAAR UNIDOS!
Pelo que vejo, existem 3 formas de pôr fim a esta praga. São elas:
1- Esperar 323 anos até atingirmos níveis europeus de educação e civilidade.
2- Reprimir pelo aparato policial hoje disponível. O resultado está na vista...
3- Controlar os pontos de venda de spray-jets, cadastrar e controlar os compradores (via associações da classe artística, sei lá se esses desocupados tem qualquer forma de organização) e, principalmente, sobretaxando essas ferramentas de encosto... Não sou nenhum doutor em política tributária, mas aparentemente, nenhuma autoridade pública tampouco...
Tendo um defensor da prática como autor do blog, peço que ele saia do marasmo silencioso que se encontra e que venha defender os grafiteiros! VEM PRA MÃO CHARLES!
