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domingo, 25 de outubro de 2009

Para refletir sobre o que é ser gênio...

O post de hoje é sobre uma dessas coisas que eu deparo e fico passando um bom tempo pensando a respeito sem nunca conseguir compreender de fato suas reais implicações no diversos aspectos de nossas vidas.

(abre parêntesis)
Então, estou me acabando aqui na App Store da Apple para aplicativozinhos nerds. Tenho muito que me conter muitas das vezes para ficar só nos programinhas gratuitos (mas confesso que estou seriamente tendencioso a comprar o Rock Band por UD$ 10,00... Ai papai... Tenho que descobrir logo como ativa o Pirate Bay da parada).




Conforme tinha conversado anteriormente por e-mail, acredito que esses efeitos de rede que a Apple criou são sua maior força para manter fãs cativos e ainda trazer novos cada vez mais (sejam eles desenvolvedores de software que dividem lucros com a Apple ou os 99,6% da população mundial restante que não são nerds e que pagam com um sorriso no rosto pela nerdisse dos 0,4%), ao mesmo tempo em que embarca de vez no processo de "servilização" de produtos (que é o que há de mais séc. XXI para negócios que produzem bens físicos). E é um processo de embarcar serviços nesses bens físicos que não necessariamente está calcado no "all for free"da Google.

Realmente complica para o lado de outros celulares e mp3 players que tem um produto de melhor qualidade saírem para competir com uma desvantagem inicial tão grande. (Mesmo que tenham copiado o conceito da lojinha de aplicativos. O celular da Google, por exemplo, ainda está para mostrar ao que veio)...

Não é por nada não, mas o Steve Jobs de fato merece os aplausos de um consumidor (no caso, eu) que até bem pouco tempo atrás odiava seus iP(h)ods de gerações pré-wiFi e pré-telas touch. Isso deve ser fruto de anos e anos apanhando e quase indo à falencia com os efeitos de rede da Microsoft e do PC. Isso porque mesmo com produtos de melhor qualidade, ninguem comprava / compra Machintosh porque eram incompatíveis com o resto do mundo...

Neste link dá para acompanhar o escalonamento do número de aplicativos e de downloads dos quais a Apple se aproveitou. Nesse daqui, dá para ver o mesmo efeito, mas para as músicas, vídeos e afins comprados no iTunes.
(fecha parêntesis)


Mas entããããoooooo... O post de hoje era apenas para partilhar com vocês a existência de um determinado aplicativo que deu muito o que falar há um tempinho atrás (cerca de um ano). Vou deixar que vocês reflitam a respeito... O "I am Rich". O que ele faz? ABSOLUTAMENTE NADA! Quanto ele custa? UD$ 999,99. Quantas pessoas dizem ter comprado no espaço de um dia (antes da Apple ter tirado o bichinho do ar)? Oito. Porque? PORQUE ELAS PODEM! Do que podemos chamar o sujeito que bolou isso após ter embolsado essa quantia? ....

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Obs: Um dos compradores alega ter comprado acidentalmente. AHAHAHAHAHAHAHAHA. Esse com certeza não tem nada de gênio!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A verdadeira revolução da Internet...

... (na minha humilde opinião)
Então, acredito que essa seja minha primeira e efetiva postagem. Houve certa demora para que eu pudesse fazê-la à altura da nerdisse que as circustâncias e a minha base de fãs requerem. Ainda assim, duvido que não haja insatisfeitos (prometo que a postagem sobre como debulhar o level 5 de doom 3 - gold edition - ainda sai).

Bem, para entender completamente o post, é requerido certo conhecimento prévio da ordem das coisas. Assim:
A) Para saber o que é web 2.0,
clique aqui.
B) Para saber o que é inovação (e o que é descoberta, e o que é invenção),
clique aqui.
C) E, finalmente, para saber a lista de hits da vida da banda Bliss (que se resume basicamente à canção-sensação I Hear You Call),
clique aqui.

Queria falar da emergência de novos modelos de negócio na internet que pregam a inovação aberta e democrática. Se vocês conhecem, fiquem a vontade para me corrijirem no que for...

Esse movimento, que ainda não foi totalmente compreendido e explorado pelas empresas, preconiza a utilização da base de usuários pelo mundo afora que não mantém vínculo com a empresa mas momentaneamente se engajam na resolução de determinados problemas específicos das corps. Entre outras vantagens, temos a diminuição de custos de P&D, maior exploração da marca, e oportunidade de premiar resultados e não esforços (o que é a essência do capitalismo levada ao extremo).

- A
Innocentive suporta um portal em que as pessoas cadastram soluções tecnológicas e outras as demandas. Quem casar a fome com a vontade de comer é recompensado. Para quem tem uma solução dessas, é muito aconselhável uma consulta...
- O
lulu.com já está sendo referenciado como o fim dos tempos para o mercado editorial. Graças a Deus, esse trabalho boçal de censura criado no século XVI está com seus dias contados. Nesse site, podemos publicar o texto que quisermos e as pessoas podem livremente comprá-los, sem o intermédio dos editores facistas.


Embora não seja um caso de P&D, os seguintes casos vão na mesma puxada e são ao mesmo tempo divertido e lucrativos:
-A
Pringles não se preocupa em desenhar mais estampas. Ela coloca o desafio para seus internautas.
- O
zazzle.com vai na mesma puxada, mas deixa nos criar estampas para o que quisermos: camisas, relógios, canecas, etc. Se alguém comprar da loja, o criador ganha um percentual camarada. Cadu, você já fez seu upload hj?