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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Dance MTFKR, DANCE!

Então, após uma velha e boa dormidela e enressacada de ano novo, só fui reparar no finado xis-bloguinho quando o cheiro de presunto passado começou a incomodar. Isso aqui tá às moscas e no velho e bom xorummy (o gummy de chorume!!!)

Para mudar os ares vou dar uma de Cadu e me aventurar no mundo da música. Estava lendo no blog do responsa DJ Ron Slomowicz que desde os tempos áureos de Ace of Base, a música norte-americana nunca teve tanta influência do dance. Finalmente algo para rivalizar com a Black Music por lá.

Parei para pensar e, realmente, desde quando Timbaland fez seu Shockwave, passou a ser mais apavorante enquadrar uma música em determinado gênero para que pudesse calmamente ouvir em meu iPod... Kanye (que irônico) resolveu levar todos os pré-conceitos para o espaço e misturou os reis Daft Punk em sua música de exaltasamba a seu ego. A partir daí, só fez crescer o número de músicas e artista que misturam tudo num beat muito dançante e eletrônico.

Depois de Kanye, um outro negão do gueto elevou tudo a um novo patamar e enriqueceeeeeu pouco: o Flo Rida. O dance, mesmo que camuflado, está mainstream como há muito não se via. Além dessa dupla, não me refiro apenas à fraquinha porém ascendente Lady Gaga, mas principalmente a ela. O mestre David Guetta foi outro sagaz em por só participações de artistas do popular R&B no seu novo álbum (o resultado mais proeminente é aquela música insuportável com o Akon, fazer oque?!). Agora tem até Nelly Furtado no novo CD do Tiësto (tudo bem que é a pior música do CD, mas tá lá).

Aliás, abaixo dá para conferir o próximo single da Gaga. Finalmente algo que podemos novamente chamar de "boa música".


De novo e bom, também estou fortemente curtindo a Kid Sister. Abaixo, a música mais loka dela, nhanho...


Por hoje é só. Próximo post boto mais do que estou ouvindo-me.

OBS: Alguém pode levantar a lebre de que M.I.A. foi a primeira a fazer isso, mas aí vou ter que discordar: M.I.A. faz eltro-funk e isso o mundo ainda não está pronto para receber em sua totalidade. Sem falar que, quando comparada com o original, ela toma porrada de UTI...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Algo novo no ar do Rio!

Uma das tristes desvantagens de viver em uma metrópole em pleno processo de esvaziamento economico e pauperização da população (como é o caso do Rio de Janeiro), é que poucos negócios conseguem capitalizar divisas de marketing suficientes quando voltadas ao extrato social que estamos inseridos de forma que consigam pagar seus custos de funcionamento. O extrato social a que me refiro é a classe média-alta jovem.

O resultado direto dessa carencia é que o dial do rádio carioca, que já parece um queijo suiço, tamanha a quantidade de buracos que possui, tem só tres rádios voltadas a nós... E essa tão mais do que manjadas pelo povo. E estão no limiar de ser tornarem insuportáveis. Alguém que tenha mais de 14 anos de idade consegue aguentar a exposição contínua a raios sonoros, explosões e malucos gritando? Pois é, e essas rádios fazem isso justamente durante os comerciais, o ganha-pão!

Bem, a novidade excitante da atualidade, na minha opinião é a ascenção de uma nova rádio, mesmo com outro público-alvo (e outro posicionamento de marketing, para os que gostam das coisas nesses termos): a Beat 98. E ouso dizer, a Beat é melhor que as outras 3 rádios (juntas?)!

Tudo bem que a Beat tem uma pequena falha: ela faz uma baita duma mistureba maluca que intercala uma bela batidona do momento com um pagodão xumbrega... O público dela está na camada popular que no Rio bomba! Ainda assim, ela tem dois indicadores de desempenho em melhor situação que as demais. São eles: "a taxa do apertar o botão da Beat e gostar do que está tocando" e "tempo de musica tocando até que eu encha o saco e mude de estação". E essas são as principais coisas que adoçam a relação ouvinte-rádio.

Os motivos para apesar de tudo, a Beat ser mais divertida:
1- Ela não tem medo de botar o funkadão. Trouxeram o Malboro da FM O Dia. Não estão nem um pouco de brincadeira!
2- Ela não está atrás da "nova revelação" da música brasileira, correndo atrás de Scracho, DiBob, NX Zero, e afins! PQP! Ela já achou o futuro da música brasileira e ela está relacionada ao tópico 1.... Quanto aos outros, apelo às rádios: deixem esses emo-merdas morrerem!
3- Ela tem o cara mais engraçado quando o assunto é passar trote. Munssão é o caralho! Eu não sei o nome do sujeito, mas gosto dele só pelo fato dele não esgotar a nossa paciencia fazendo-se entender com um portugues claro e não fazendo sempre a mesma piada com nordestinos. Puta, hoje escutei ele ligando para um corno, falando que era o novo namorado da ex-mulher, que queria ser amigo do sujeito e que só pedia para que ele deixasse o video-game com ela na partilha. Outro dia foi ele ligando para um Motel falando que a água da hidro tava marrom. O cara é um genio!
4- As mensagens de cidadania deles são muito bem colocadas! "Esse é o toque!" sempre avisam!
5- Os radialistas tem aquela marra malandra e escrachada de maluco do Subúrbio, muito divertidões!
6- Depois das 10 da noite toca música de night!
7- Não tem talk-show de mongolóide tocando meio-dia em que tem de tudo, menos graça!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A verdadeira revolução da Internet...

... (na minha humilde opinião)
Então, acredito que essa seja minha primeira e efetiva postagem. Houve certa demora para que eu pudesse fazê-la à altura da nerdisse que as circustâncias e a minha base de fãs requerem. Ainda assim, duvido que não haja insatisfeitos (prometo que a postagem sobre como debulhar o level 5 de doom 3 - gold edition - ainda sai).

Bem, para entender completamente o post, é requerido certo conhecimento prévio da ordem das coisas. Assim:
A) Para saber o que é web 2.0,
clique aqui.
B) Para saber o que é inovação (e o que é descoberta, e o que é invenção),
clique aqui.
C) E, finalmente, para saber a lista de hits da vida da banda Bliss (que se resume basicamente à canção-sensação I Hear You Call),
clique aqui.

Queria falar da emergência de novos modelos de negócio na internet que pregam a inovação aberta e democrática. Se vocês conhecem, fiquem a vontade para me corrijirem no que for...

Esse movimento, que ainda não foi totalmente compreendido e explorado pelas empresas, preconiza a utilização da base de usuários pelo mundo afora que não mantém vínculo com a empresa mas momentaneamente se engajam na resolução de determinados problemas específicos das corps. Entre outras vantagens, temos a diminuição de custos de P&D, maior exploração da marca, e oportunidade de premiar resultados e não esforços (o que é a essência do capitalismo levada ao extremo).

- A
Innocentive suporta um portal em que as pessoas cadastram soluções tecnológicas e outras as demandas. Quem casar a fome com a vontade de comer é recompensado. Para quem tem uma solução dessas, é muito aconselhável uma consulta...
- O
lulu.com já está sendo referenciado como o fim dos tempos para o mercado editorial. Graças a Deus, esse trabalho boçal de censura criado no século XVI está com seus dias contados. Nesse site, podemos publicar o texto que quisermos e as pessoas podem livremente comprá-los, sem o intermédio dos editores facistas.


Embora não seja um caso de P&D, os seguintes casos vão na mesma puxada e são ao mesmo tempo divertido e lucrativos:
-A
Pringles não se preocupa em desenhar mais estampas. Ela coloca o desafio para seus internautas.
- O
zazzle.com vai na mesma puxada, mas deixa nos criar estampas para o que quisermos: camisas, relógios, canecas, etc. Se alguém comprar da loja, o criador ganha um percentual camarada. Cadu, você já fez seu upload hj?